Abraço bem aberto, doando o coração... e a respiração... e colhendo o coração, e a respiração... e explodindo sorrisos
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Louca
Talvez eu seja sol e tu fogo
Talvez eu seja rio e tu mar
A foz do próprio Tejo a desaguar
Talvez sejas tu árvore e eu terra
Tu lençóis e eu cama
Tu chão e eu lama
Talvez eu seja tu e tu eu
Loucura querer escrever o que não tem escrita
Dizer o que apenas se sente
Mostrar o que só se vê olhando com o coração
Mas adoro ser louca!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Abro-te os braços
Abro-te os braços, ano. Enfrento-te determinada. Sorrio-te. Mostro-te
como te quero conquistar. E seduzo-te, claro. Respondes-me com o sol, com as
ondas, a areia do mar. Ofereces-me o teu colo, abraças-me, proteges-me e
enches-me da tua infinita abundância .
Continuo a ser feliz.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Obrigada!
Aos meus pais que um dia me pariram, a mim que decidi querer fazer diferente, à Teresa que me fez nascer o gosto pelas massagens e à Yara que me convenceu a fazer um workshop. À Luísa que me ensinou pela primeira vez que o toque amoroso é terapêutico e que me fez descobrir o manancial de cuidadora que existe em mim. Ao Cristiano que me tem ajudado a reinventar e a ser uma pessoa muito mais determinada. Aos meus mestres de meditação e Dhamma, Paulo, Sagara, Ajahns Summedho, Jayanto, Candasiri; Bhikkhus Appamado e Dhamiko; Tulku Pema Wangyal Rimpoché, Dalai Lama (e outros mais) por me ajudaram a ser uma pessoa muito mais calma, amorosa, consciente de mim e dos outros. Aos monges Ajahn Vajiro, Bhikkhus Subbadho e Kancano por terem materializado esse sonho imenso da Maria (à Maria) de trazer um Mosteiro Budista para Portugal. Às pessoas maravilhosas que durante este ano me mostraram que tenho valor: as Margaridas, as Sandras, a Paula, os Jorges, o Miguel. Aos meus clientes que provaram que sou capaz de ajudar as pessoas a terem alegria e bem-estar e que é possível trabalhar fazendo só bem. Sempre ao meu filho, o maior parideiro de mim e que me mostra, quando quero ver, como sou uma imensa escultora.
Foram muitas as pessoas que durante este ano me ajudaram a construir esta Sati que quero ser. Muitas nem lembro o nome (algumas nem nunca o soube) mas lembro o rosto, outras estarei a esquecer; mas convido-as a dizerem: eu também, eu também te reguei, cuidei, colhi, desbastei… o que for.
Outras não as referi porque não caberão tanto neste ano de renascimento, mas que estiveram antes… Espero bem um dia destes também as poder homenagear.
Agradeço imenso ao mundo que me deu esta oportunidade de me refazer. Que eu possa aproveitar todas as oportunidades que o mundo me oferece e que as possa partilhar sempre com todos. Que os frutos bons daquilo que faço se possam derramar sem fronteiras.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
A minha receita de sonhos
Além da farinha, do açúcar, da laranja e da abóbora, juntei
o desejo de muita paz em todos os corações, só alegria, só compaixão, só
bondade. Imaginei como seria se todas as pessoas agissem só movidas por bondade
e compaixão. E foi isso que coloquei nos sonhos, que ofereço a todos sem excepção.
sábado, 22 de dezembro de 2012
2012 foi um ano maravilhosamente bom, tal como decidi
Tenho estado a ver as pessoas fazerem levantamentos do ano que passou. Também tenho que fazer o meu e sobretudo os planos para o que aí vem, pois se não agarrar o destino pelas mãos agarra-me ele a mim. E precisamente porque pela primeira vez agarrei o ano que passou pelos colarinhos, tive talvez o melhor ano da minha vida. Isto enquanto o país mergulhava no caos e grande parte das pessoas decidiu ir com ele, como é normal, pois confundem-se com Portugal. Eu confundo-me com "o rio da minha aldeia", com as serras, as rebentações das ondas, o sol e a chuva; mas não me confundo com a industrialização sem motivo, com o betão armado, com a desigualdade social, os sem-abrigo, os ricos, os animais assassinados. Eu não dou à troika o direito de me afundar, porque não lhe dei o direito de entrar na minha vida. Nunca votei nos que governam ou governaram; nunca defendi o ódio, a concorrência, o egoísmo, a violência. Então, pela primeira vez na vida percebi que tenho que seguir um caminho longe deles fazendo o que há de bom para ser feito e não colaborando com esta sociedade. Não acredito que haja salvação para ela, mas se houver, não será seguramente jogando o seu jogo, pois as suas regras têm milhares de anos e faliram sempre. Só não sabe quem não quer saber.Mas como eu dizia, que isto a escrita ainda escorre mais que as cerejas, 2012 foi um ano bom, maravilhosamente bom para mim, tal como decidi. E 2013 vai ser melhor. Quem quiser ir ao fundo que poderei fazer para evitar? Mas eu ficarei bem à superfície, coração aberto ao sol, sorriso no corpo todo, pronta para acolher o que a vida tiver para mim e que vai ser bom, sei que vai ser!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Apaixonada
apaixonada pela vida
pelos sorrisos
pelo sol
pelos abraços labaredas de vida
pela incandescente ternura
Subscrever:
Mensagens (Atom)





