Amo estar aqui
Que sítio maravilhoso este onde habito. As ondas calmas do
verão tornam-se vagas de espuma, transbordantes, exuberantes, belíssimas, neste
início de outono. E se no verão ofereço o meu corpo, quase nu, ao sol, à brisa,
à água e às rochas, agora deixo que as cores que me rodeiam me vão perpassando
o corpo e inundando-o de bem-estar doce e feliz.
Para os olhos é sempre uma festa. É normal humedecerem-se de emoção por tanta beleza, pelo imenso privilégio que reconheço ter. Sou grata. Há quem tenha tudo isto e muito mais e não o valorize e, portanto, acabe por não ter. Já eu, hoje, tenho totalmente. Tenho este mar faça sol ou chuva. Tenho este mar, esta areia, esta brisa brilhe osol ou goteje. Tenho sempre este mar e esta areia haja o que houver, povoe o que povoar o meu coração. Com o mar partilho as alegrias, as tristezas, os amores e os desamores. Nunca permitiu que ficasse sozinha. Nunca fico, porque lhe abro sempre o peito.
Para os olhos é sempre uma festa. É normal humedecerem-se de emoção por tanta beleza, pelo imenso privilégio que reconheço ter. Sou grata. Há quem tenha tudo isto e muito mais e não o valorize e, portanto, acabe por não ter. Já eu, hoje, tenho totalmente. Tenho este mar faça sol ou chuva. Tenho este mar, esta areia, esta brisa brilhe osol ou goteje. Tenho sempre este mar e esta areia haja o que houver, povoe o que povoar o meu coração. Com o mar partilho as alegrias, as tristezas, os amores e os desamores. Nunca permitiu que ficasse sozinha. Nunca fico, porque lhe abro sempre o peito.