quinta-feira, 25 de abril de 2013

Hoje escolho ser livre



Hoje, dia da liberdade, escolho ser livre. Escolho pensar pela minha cabeça, deixar fluir o que me vai no peito, não me castrar. Escolho abrir os braços, viver a vida plenamente e espalhar sorrisos e labaredas de alegria.


Hoje, dia da liberdade, é isto que quero espalhar pelo mundo. Ser livre é ser eu. É lutar com todas as forças do meu peito para ser eu. E, sim, estarei onde me quiserem para ajudar os outros a serem livres. Não contra isto ou aquilo – nunca contra o quer que seja, que o contra ainda atrai mais contrariedades – mas sempre a favor. A favor do ser. Dessa coisa boa que há em nós – em geral tão castrada, tão aprisionada – a felicidade, a alegria, o júbilo, a generosidade, o prazer. Não castrem o prazer! Quem foi o louco que disse que era pecado ter prazer? Só pode ter sido o próprio demónio. Ao castrar o prazer despoleta-se a dor, despoleta-se o contrário do que é puro em nós: toda a tristeza, raiva, angústia, ódio, ciúme, inveja, guerra, guerra, guerra.

Hoje, dia da liberdade, escolho ser livre. Escolho pensar pela minha cabeça, deixar fluir o que me vai no peito, não me castrar. Escolho abrir os braços, viver a vida plenamente e espalhar sorrisos e labaredas de alegria.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Não valorizando a proibição de ser, ir por aí… sendo!


Ah obrigada universo por finalmente me mostrares que tenho a permissão de ser quem sou,
o que sou,
como sou

Exuberante e afável
Sensata e louca
Mãe e amante
Alegre e triste

De ir por aí abrindo os braços e abraçando o mundo
E outras vezes ir de colo em colo, lacrimejando

Obrigada por teres feito de mim mulher, inteira.
Doce, gentil, forte, perseverante, guerreira

Sol e lua
Chão e lava
Rio e sopro
Cântico e silêncio

Obrigada por não me teres deixado desistir de ser,
Mesmo maltratada

E hoje, a proibição de ser eu, nem a vejo.
E ando por aí, vitoriosa, feliz, amada, amante… sendo!